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Os símbolos do Natal

O que significam os símbolos do Natal? Aprenda com esta maravilhosa pesquisa.

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Sino - do Latim signu, sinal - s. m., instrumento, geralmente de bronze, de forma cônica, e que produz sons mais ou menos fortes quando se percute com uma peça interior chamada badalo. No passado, o povo se guiava pelo replicar dos sinos, o relógio popular nas grandes festas cristãs. No Natal o sino chega ao seu esplendor máximo. O Aleluia é um dos mais expressivos hinos de louvor a Deus e o canto de alegria. Aleluia!Aleluia! Quer dizer: Alegremo-nos! Alegremo-nos! Os sinos também cantam a alegria.

Árvore de Natal - O pinheiro é a única árvore que não perde suas folhas durante o ano todo. Permanece sempre viva e verde. Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem. A versão mais aceita atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante do século XVI. Ele montou um pinheiro enfeitado com velas em sua casa. Queria, assim, mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.

Enfeites - Os enfeites para árvores podem ter surgido de um hábito druida de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para festividades nesse mesmo dia do ano. Os alemães tinham o costume de decorar suas árvores com papel colorido, frutas e doces. A tradição espalhou-se pela Europa, chegou aos EUA pelas mãos de colonizadores alemães e daí para o mundo. Os enfeites vermelhos lembram, com essa cor, o sangue, a Encarnação que se opera no Natal.

Guirlanda de guirnalda (grinalda) - s. f., capela, coroa de flores, ramos, etc.; diadema; festão, enfeite de flores entrelaçadas, formando banda ou tira; enfeite feito de folhas ou flores. Antes mesmo do nascimento de Cristo, no Ano Novo romano (1º de janeiro), as casas eram decoradas com guirlandas e luzes, para simbolizar o calor em meio ao frio e à escuridão.

Velas - Trazem a lembrança de que devemos ser luzes a espargir o nosso brilho. " Vós éreis trevas; sêde agora as luzes do Senhor".

• Luzes - As luzes que na época natalícia iluminam ruas, casas e árvores simbolizam Cristo como a luz no mundo. Nos Estados Unidos e Canadá, as cidades revestem ruas, locais públicos, lojas e casas, com luzes de várias cores.

Bengala - As primeiras decorações da árvore de Natal, nos Estados Unidos, foram feitas de papel e balas de açúcar, em forma de bengala. Não havia então decorações artificiais de bolas brilhantes ou de luzes.

Anjinhos - Significam que os céus se abriram e Deus visitou o seu povo.• Bolas - simbolizam as graças divinas que nos são concedidas diariamente; os frutos da "árvore vida’’ ou seja, o próprio Cristo.

Meias - A tradição de pendurar meias na lareira se originou de uma das história que envolvem São Nicolau, o Santo que inspirou a figura do Papai Noel. Nicolau ainda era jovem quando deu mostras de sua extrema bondade. Em sua cidade vivia um homem muito pobre, que não tendo dinheiro para realizar o casamento de suas três filhas, ficou muito triste. Sabendo dessas dificuldades, Nicolau que era de família muito rica, deixou escondido um saco de ouro na janela da filha mais velha, já em idade de casar. Nicolau repetiu a boa ação para as outras duas moças. Conta a lenda que Nicolau jogou o saco de ouro pela chaminé, onde secavam algumas meias. Daí o hábito das crianças deixarem as meias nas chaminés ou janelas à espera de presentes. 

Presentes - A troca de presentes, representa o presente que Deus nos deu, quando Jesus nasceu para nós. Dar presentes é um sinal de amizade. Os presentes de Natal foram idéia do Papa Bonifácio, no século 7. No dia de Reis, ele distribuía pão ao povo, recebendo presentes em troca. Dar presentes no Natal é um costume de origem pagã. Os romanos comemoravam a Saturnália, no dia 17 de dezembro, com uma troca de presentes. No Ano Novo romano (1º de janeiro), eram distribuídos para crianças pobres. Tribos germânicas da Europa, após sua conversão ao Cristianismo, comemoravam o Natal com uma troca de presentes. Na Itália, Espanha e alguns outros países, as crianças recebem presentes no dia 6 de janeiro e não no dia 25 de dezembro. Em vários países europeus, os presentes são dados no dia 6 de dezembro, durante a comemoração da Festa de São Nicolau, o patrono das crianças. Segundo várias lendas, São Nicolau seria um benfeitor anônimo que presenteava pessoas durante o período natalino. Uma tradição mais antiga remete aos presentes que os três reis magos deram a Jesus. Hoje, as datas e motivos dos presentes variam.

Ceia - No dia 24 de dezembro à noite ceia-se e 25 é o dia de Natal propriamente dito. A ceia simboliza o banquete eterno. As castanhas, aparecem na ceia, por terem um miolo saboroso que se encontra sob a casca, lembrando o Menino Jesus que, nasceu humildemente, ocultando a própria divindade. As balas e bombons, representam, no Natal, a doçura das palavras divinas.

Panetone - Pão tradicional do Natal, o Panetone é uma espécie de bolo, feito de fruta cristalizada. Iguaria indispensável em qualquer ceia, o Panetone tem uma origem nobre. No final do ano de 1395, o duque de Milão, Gian Galeazzo Visconti, resolveu festejar o recebimento das insígnias ducais com a criação de um pão bem diferente, recheado de frutas cristalizadas e uvas passas. Por estar perto da época natalina, o aparecimento do Panetone ficou ligado à idéia de comemoração e felicidade. Com as técnicas de fabricação e conservação, o Panetone popularizou-se no mundo inteiro (alguns até se modificaram) mas na receita original vão os mesmos ingredientes de 500 anos atrás.

Bolo Rei - É mais um costume natalino. Seu formato lembra uma coroa. E as frutas cristalizadas, amêndoas, nozes e figos, as jóias que a enfeitam. Este doce, simboliza as prendas que os Reis Magos ofereceram a Jesus recém-nascido. A sua côdea (parte externa) representava o ouro, enquanto as frutas secas simbolizavam a mirra e o seu aroma, o incenso. Conta a lenda que, quando os reis magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si o direito de entregar os presentes que levavam. Para acabar com a briga, um padeiro teve a idéia de fazer um bolo para os três e esconder uma fava dentro da massa. Não se sabe se foi Gaspar, Merchior ou Baltazar o feliz contemplado, mas a receita do Bolo Rei correu o mundo e ganhou fama de proporcionar prosperidade a quem tirar a fatia premiada. Quanto à fava, quem a receber se compromete a oferecer o doce no Natal seguinte. Havia uma tradição que afirmava que os cristãos deveriam comer, entre o dia 25 de dezembro e o 6 de janeiro, doze bolos-reis. Em Portugal, o bolo tem um lugar de honra nas vitrines das confeitarias, desde o final de novembro até 6 de janeiro, Dia de Reis, quando muitas famílias, mantendo a tradição, comem o Bolo Rei e distribuem os presentes das crianças.
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