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Atividades de Educação infantil

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Atividades para educação infantil : sapinho, corujinha e dedinhos, parlendas


Atividades de Educação infantil

Atividades de Educação infantil

Atividades Infantis com Material reciclado

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Use a imaginação em sala de aula e crie bichinhos engraçados. 
Atividades: juntando sílabas, bingo de palavras, Arquivo de palavras, Descubra as palavras, Memória da letra inicial


Atividades Infantis

Atividades Infantis

Atividades para 1º ano

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Criando um jacaré reciclado. Atividades Infantis para 1º ano. 



Atividades para 1º ano

Dia dos pais: mensagem pros pais

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Atividade pronta para o dia dos pais. Material de auxílio aos professores de educação infantil. Desenho para professores usarem em sala de aula.
Dia dos pais- mensagem pais

Dia dos pais porta-retratos

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Imprima e crie com seus alunos lindos porta-retratos para o Dia dos Pais.
porta-retrato para o Dia dos Pais

Atividade pronta para o dia dos pais. Material de auxílio aos professores de educação infantil. Desenho para professores usarem em sala de aula.

Dia do folclore: Saci

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Dia do folclore: Saci
Dia do folclore Saci

Atividade pronta para o dia do folclore. Material de auxílio aos professores de educação infantil. Desenho para professores usarem em sala de aula com educandos.


22 de agosto: dia do Folclore

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Dia 22 de agosto é o Dia do Folclore. Assim como a crença que agosto é o mês do cachorro louco é parte de nosso folclore, todos esses monstrengos aí de cima também são. (Aliás, monstrengo é o que não falta em folclore!).
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Folclore é a cultura do popular e cada povo tem o seu — o Brasil tem o seu, a China tem o dela, a Austrália, o Japão... Tudo que aparece do povo sem ninguém saber de onde veio é folclore: as danças populares, as lendas, remédios, músicas... Porque nada no folclore tem autor — o autor é uma porção de gente, é o povo inteiro! Dá para imaginar quanta coisa não sai daí?
Sai mesmo muita coisa, tanto que tem gente que só estuda o folclore. E no Brasil a coisa fica ainda mais rica, porque tem folclore de índio, de português e de africano misturado! E como nosso país é muito grande, é difícil achar dois lugares com o mesmo tipo de folclore: se tem uma mesma lenda em dois lugares, as duas versões não vão ser iguaizinhas. É como se fosse um telefone sem fio tamanho-família: uma lenda ou costume vai passando de boca em boca, e mudando... por isso dizem que "Quem conta um conto aumenta um ponto!"

Datas cívicas: dia do soldado

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Atividade pronta para o dia do soldado.

Atividade pronta para o dia do soldado. Atividade pronta para o dia do soldado. chapeu-de-soldado Atividade pronta para o dia do soldado. Atividade pronta para o dia do soldado.

 Material de auxílio aos professores de educação infantil. Desenho para professores usarem em sala de aula com educandos.

Os símbolos do Natal

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O que significam os símbolos do Natal? Aprenda com esta maravilhosa pesquisa.

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Sino - do Latim signu, sinal - s. m., instrumento, geralmente de bronze, de forma cônica, e que produz sons mais ou menos fortes quando se percute com uma peça interior chamada badalo. No passado, o povo se guiava pelo replicar dos sinos, o relógio popular nas grandes festas cristãs. No Natal o sino chega ao seu esplendor máximo. O Aleluia é um dos mais expressivos hinos de louvor a Deus e o canto de alegria. Aleluia!Aleluia! Quer dizer: Alegremo-nos! Alegremo-nos! Os sinos também cantam a alegria.

Árvore de Natal - O pinheiro é a única árvore que não perde suas folhas durante o ano todo. Permanece sempre viva e verde. Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem. A versão mais aceita atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante do século XVI. Ele montou um pinheiro enfeitado com velas em sua casa. Queria, assim, mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.

Enfeites - Os enfeites para árvores podem ter surgido de um hábito druida de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para festividades nesse mesmo dia do ano. Os alemães tinham o costume de decorar suas árvores com papel colorido, frutas e doces. A tradição espalhou-se pela Europa, chegou aos EUA pelas mãos de colonizadores alemães e daí para o mundo. Os enfeites vermelhos lembram, com essa cor, o sangue, a Encarnação que se opera no Natal.

Guirlanda de guirnalda (grinalda) - s. f., capela, coroa de flores, ramos, etc.; diadema; festão, enfeite de flores entrelaçadas, formando banda ou tira; enfeite feito de folhas ou flores. Antes mesmo do nascimento de Cristo, no Ano Novo romano (1º de janeiro), as casas eram decoradas com guirlandas e luzes, para simbolizar o calor em meio ao frio e à escuridão.

Velas - Trazem a lembrança de que devemos ser luzes a espargir o nosso brilho. " Vós éreis trevas; sêde agora as luzes do Senhor".

• Luzes - As luzes que na época natalícia iluminam ruas, casas e árvores simbolizam Cristo como a luz no mundo. Nos Estados Unidos e Canadá, as cidades revestem ruas, locais públicos, lojas e casas, com luzes de várias cores.

Bengala - As primeiras decorações da árvore de Natal, nos Estados Unidos, foram feitas de papel e balas de açúcar, em forma de bengala. Não havia então decorações artificiais de bolas brilhantes ou de luzes.

Anjinhos - Significam que os céus se abriram e Deus visitou o seu povo.• Bolas - simbolizam as graças divinas que nos são concedidas diariamente; os frutos da "árvore vida’’ ou seja, o próprio Cristo.

Meias - A tradição de pendurar meias na lareira se originou de uma das história que envolvem São Nicolau, o Santo que inspirou a figura do Papai Noel. Nicolau ainda era jovem quando deu mostras de sua extrema bondade. Em sua cidade vivia um homem muito pobre, que não tendo dinheiro para realizar o casamento de suas três filhas, ficou muito triste. Sabendo dessas dificuldades, Nicolau que era de família muito rica, deixou escondido um saco de ouro na janela da filha mais velha, já em idade de casar. Nicolau repetiu a boa ação para as outras duas moças. Conta a lenda que Nicolau jogou o saco de ouro pela chaminé, onde secavam algumas meias. Daí o hábito das crianças deixarem as meias nas chaminés ou janelas à espera de presentes. 

Presentes - A troca de presentes, representa o presente que Deus nos deu, quando Jesus nasceu para nós. Dar presentes é um sinal de amizade. Os presentes de Natal foram idéia do Papa Bonifácio, no século 7. No dia de Reis, ele distribuía pão ao povo, recebendo presentes em troca. Dar presentes no Natal é um costume de origem pagã. Os romanos comemoravam a Saturnália, no dia 17 de dezembro, com uma troca de presentes. No Ano Novo romano (1º de janeiro), eram distribuídos para crianças pobres. Tribos germânicas da Europa, após sua conversão ao Cristianismo, comemoravam o Natal com uma troca de presentes. Na Itália, Espanha e alguns outros países, as crianças recebem presentes no dia 6 de janeiro e não no dia 25 de dezembro. Em vários países europeus, os presentes são dados no dia 6 de dezembro, durante a comemoração da Festa de São Nicolau, o patrono das crianças. Segundo várias lendas, São Nicolau seria um benfeitor anônimo que presenteava pessoas durante o período natalino. Uma tradição mais antiga remete aos presentes que os três reis magos deram a Jesus. Hoje, as datas e motivos dos presentes variam.

Ceia - No dia 24 de dezembro à noite ceia-se e 25 é o dia de Natal propriamente dito. A ceia simboliza o banquete eterno. As castanhas, aparecem na ceia, por terem um miolo saboroso que se encontra sob a casca, lembrando o Menino Jesus que, nasceu humildemente, ocultando a própria divindade. As balas e bombons, representam, no Natal, a doçura das palavras divinas.

Panetone - Pão tradicional do Natal, o Panetone é uma espécie de bolo, feito de fruta cristalizada. Iguaria indispensável em qualquer ceia, o Panetone tem uma origem nobre. No final do ano de 1395, o duque de Milão, Gian Galeazzo Visconti, resolveu festejar o recebimento das insígnias ducais com a criação de um pão bem diferente, recheado de frutas cristalizadas e uvas passas. Por estar perto da época natalina, o aparecimento do Panetone ficou ligado à idéia de comemoração e felicidade. Com as técnicas de fabricação e conservação, o Panetone popularizou-se no mundo inteiro (alguns até se modificaram) mas na receita original vão os mesmos ingredientes de 500 anos atrás.

Bolo Rei - É mais um costume natalino. Seu formato lembra uma coroa. E as frutas cristalizadas, amêndoas, nozes e figos, as jóias que a enfeitam. Este doce, simboliza as prendas que os Reis Magos ofereceram a Jesus recém-nascido. A sua côdea (parte externa) representava o ouro, enquanto as frutas secas simbolizavam a mirra e o seu aroma, o incenso. Conta a lenda que, quando os reis magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si o direito de entregar os presentes que levavam. Para acabar com a briga, um padeiro teve a idéia de fazer um bolo para os três e esconder uma fava dentro da massa. Não se sabe se foi Gaspar, Merchior ou Baltazar o feliz contemplado, mas a receita do Bolo Rei correu o mundo e ganhou fama de proporcionar prosperidade a quem tirar a fatia premiada. Quanto à fava, quem a receber se compromete a oferecer o doce no Natal seguinte. Havia uma tradição que afirmava que os cristãos deveriam comer, entre o dia 25 de dezembro e o 6 de janeiro, doze bolos-reis. Em Portugal, o bolo tem um lugar de honra nas vitrines das confeitarias, desde o final de novembro até 6 de janeiro, Dia de Reis, quando muitas famílias, mantendo a tradição, comem o Bolo Rei e distribuem os presentes das crianças.

Pássaros e Pintura

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Jarbas Agnelli,brasileiro, utilizou fotos de pássaros em cabos de eletricidade que havia visto em um jornal como partitura - delas, tirou a melodia dos pássaros, exatamente como as fotos mostravam, sem nenhuma edição. Achou que muitos já tinham tido a mesma ideia, mas mesmo assim mandou o resultado para o fotógrafo, Paulo Pinto. Paulo gostou, mostrou ao editor, e o trabalho foi publicado no mesmo jornal. Veja só como ficou a melodia dos pássaros nesta bela ideia. A dica é do site LikeCool.

Datas Comemorativas do Mês de Maio

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Mês de Maio


01 - Dia do Trablalho; Dia da Literatura Brasileira; Falecimento de Ayrton Senna (1994)
03 - Dia do Sol; Dia do Sertanejo; Dia do Parlamento;
05 - Dia da Comunidade; Dia do ex-combatente; Dia do Expedicionário; Dia do Folclore; Dia Nacional das Telecomunicações
06 - Dia do Cartógrafo; Dia do Taquígrafo
07 - Dia do Oftalmologista; Dia do Silêncio; Dia do Artista Plástico
08 - Dia da Vitória Aliada; Dia da Cruz Vermelha;
10 - Dia Nacional do Guia de Turismo; Dia do Campo; Dia da Cavalaria
11 - Dia do Barbeiro;
12 - Dia do Enfermeiro
13 - Dia das Mães; Dia da Libertação dos Escravos (1888); Dia da Fraternidade Brasileira; Dia do Zootecnista; Dia da Imprensa; Neste mesmo dia, em 1961, era criada a Instituição Toledo de Ensino, atual Associação Educacional Toledo
14 - Dia do Seguro;
15 - Dia do Gerente Bancário; Dia do Assistente Social
16 - Dia da Ascensão do Senhor; Dia do Gari;
17 - Dia Internacional das Telecomunicações;
18 - Dia dos Vidreiros;
19 - Dia Mundial dos Meios de Comunicação Social;
22 - Dia Nacional das Vocações; Dia do Apicultor; Dia do Economiário;
23 - Dia do Soldado Constitucionalista;
24 - Dia do Telegrafista; Dia do Vestibulando; Dia Nacional do Milho; Dia da Infantaria; Dia do Datilógrafo; Dia do Detento;
25 - Dia do Trabalhador Rural; Dia da Indústria; Dia do Massagista
27 - Dia do Profissional Liberal;
28 - Dia do Estatístico; Dia do Geógrafo; Dia do Geólogo;
30 - Dia da Recordação; Dia da Decoração; Dia das Bandeiras; Dia do Bandeirante;
31 - Dia Internacional do Comissário de Bordo; Dia do Enxadrista; Dia da Aeromoça.

Imagens da Turma da Mônica

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Descolorido por Eliane Pera

Professor, vamos brincar?

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Professor, vamos brincar!

Um jogo estruturado, para a fixação de conteúdos:
Muitos professores costumam achar desafiante a fixação dos conteúdos, de forma prazerosa.
Que tal uma vivência, bem lúdica, de um conceito, para a rápida assimilação dos alunos, sem grandes teorizações. Vamos a um exemplo bem prático? Veja uma sugestão da "Sala dos Professores"!
Nesta sugestão, utilizarei uma brincadeira que deve ser conhecida por alguns de vocês. Muitos a conhecem como "Senha" ou "Alfândega". A descrição, aqui, tem caráter pedagógico. É uma adaptação de um jogo de salão para a sala de aula.

Jogo: Alfândega das Palavras.
Criação: Ney Mourão.
Objetivo: Promover a fixação, de forma lúdica, de conceitos em Língua Portuguesa, necessários à produção textual, tais como gênero, infinitivo verbal, substantivos concretos e abstratos, dentre outros.
Materiais: Não há necessidade de nenhum tipo de material. Caso o educador deseje, poderá imprimir pequenas fichas, com os conceitos a serem trabalhados com os participantes ou com a "senha"  explicativa de cada rodada da brincadeira.

Procedimentos:
  1. O educador deve, inicialmente, pedir voluntário(s) ou escolher um aluno ou uma dupla de alunos para "dar um passeio" fora da sala. Ele(s) não pode(m) ouvir o que será combinado dentro da sala.
  2. Enquanto os alunos estão lá fora, professor e demais alunos combinam a estratégia do jogo:
-         Trata-se de uma viagem, que todos irão fazer, juntos. Caso o educador tenha talento, pode enfeitar a viagem, criar situações, inventar papéis, escolher quem serão passageiros, comissários de bordo e até mesmo mudar a posição do mobiliário da sala, simulando uma alfândega ou o interior de um avião.
-         Para viajar, no entanto, todos têm que apresentar, oralmente, um objeto que desejarão levar. Nesse momento, o professor explica a "senha" para que os objetos possam passar na "alfândega" hipotética. Por exemplo, todo objeto do gênero feminino poderá entrar no avião: bolsa, sandália, mala, caneta, passagem... Mas nenhum objeto do gênero masculino poderá ser levado: ficariam de fora, portanto, lápis, passaporte, um amigo, pai, primo, livros, chinelo...
-         A missão do(s) aluno(s) que será(ão) convidado(s), após a combinação, a entrar, é descobrir a "senha": por que alguns abjetos podem ser levados e outros não?
-         A brincadeira é bastante divertida, pois educador e alunos que permaneceram na sala adquirem uma cumplicidade, assegurada pelo conhecimento da senha, enquanto o(s) outro(s) vivem o desafio da descoberta.
-         Inúmeras variações de senhas podem ser combinadas. Por exemplo: podem embarcar todos os objetos terminados em vogais e ficam retidos todos os que terminam em consoantes. Podem embarcar todos os objetos masculinos levados por mulheres e todos os femininos levados por homens, mas nunca o contrário. Enfim, a gama de opções irá depender da imaginação do professor, e os próprios alunos podem, inclusive, ajudar a criar, juntos, uma senha que utilize elementos da Língua Portuguesa. Mas é importante que o professor informe aos alunos que o objetivo do jogo tem relação com conteúdos da escrita e, após cada rodada, faça uma explicação breve sobre o conteúdo que foi trabalhado.

Brincadeiras para o dia do Índio

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Sugestão de brincadeiras pedagógicas para o Dia do Índio

"CAÇADA ESQUISITA"

Cada equipe, usando seus colares, recebem uma lista constando de vários objetos, que deverão procurar na própria sala, no pátio e onde mais for possível esconder, o que foi feito com antecedência pelo professor. Esses objetos serão, sempre que possível, nas cores de cada equipe, para evitar que uma não pegue os objetos de outra. Todos os objetos da lista serão em quantidades iguais a todas as equipes exceto o amuleto que terá apenas um.

Procurar os objetos listados abaixo. Procure sempre pela cor de sua equipe.
10 penas de ave, 5 folhas secas, 1 flor, 3 espigas de milho, 2 pedras redondas, 1 amuleto de biscuit (bichinho de massinha), 1 graveto em forma de y, 3 sementes.

Vence a equipe que conseguir reunir todos os objetos pedidos, portanto, a que conseguir encontrar todos os objetos pedidos incluindo o amuleto, que terá só um escondido.


"O COCAR DO CACIQUE"

As quatro equipes estarão sentadas no chão em fila indiana, uma ao lado da outra. Mais ou menos 5 metros à frente de cada equipe, haverá uma mesa com várias tiras de tecidos e penas tingidas nas cores das equipes, nas quantidades equivalentes ao número de participantes. As tiras de tecidos e as penas tingidas estão todas misturadas.

Dado um sinal, o último de cada fila corre até o local onde estão as tiras de tecidos e as penas e separa 5 penas da sua cor e cola numa tira de tecido, imitando um cocar. Depois de pronto deve colocar o cocar na cabeça e voltar à sua fila, mas no primeiro lugar.
Imediatamente, o último deverá sair e fazer a mesma coisa. A equipe que terminar primeiro e todos os componentes estiverem com o cocar, será a vencedora.

A equipe vencedora receberá uma pena especial para os devidos cocares.


"COMIDA DE CURUMIM"

As crianças nas aldeias indígenas eram chamadas de curumim. Os alimentos melhores eram para elas. Os adultos tentavam agradá-las com as melhores frutas.
Todos participantes, por equipe recebem uma banana, canela em pó, um prato refratário ou assadeira.
O professor ensinará como preparar as bananas: cortar as pontas, fazer um corte na casca para abri-la sem tirar totalmente, polvilhar um pouco de canela em pó e fechar a casca.

Toda a equipe prepara a sua banana, colocam sobre o prato refratário, que é levado por alguns minutos ao forno micro-ondas ou forno comum. Dependendo do local, pode ser feito sobre brasas, numa fogueira, mas as bananas deverão ser embrulhadas em papel alumínio.

Enquanto as bananas assam, as equipes participarão de um trabalho manual.


"O POTE SAGRADO"

Algumas tribos de índios no Brasil faziam cerâmica. A cerâmica era importante para guardar sementes, cozinhar e também para enterrar seus mortos. A cerâmica era considerada sagrada pois guardada a vida, as sementes que produziriam alimentos; e os corpos dos entes queridos, que riam para outros campos de caça e viveriam para sempre felizes.

Todos os participantes, em equipe, recebem um pequeno pote de cerâmica. Cada equipe receberá tintas, pincéis, barbantes e colas, com os quais decorarão seus potes. Nos potes de cada equipe deverá ter a cor da equipe como predominante. Os desenho e enfeites ficarão por conta da vontade e inspiração de cada um.


"A CORRIDA DAS TORAS"

Algumas tribos indígenas fazem uma corrida carregando toras (pedaços do tronco de árvores) para avaliar que povo tem os guerreiros mais fortes.

As equipes também farão essa corrida, mas aos pares. Cada dois participantes terão uma perna amarrada à do outro de modo que fiquem com três pernas apenas.
Os pares com as pernas amarradas deverão correr uma distância pré-determinada, mas soprando ma pena de galinha ou pato. Se a pena cair, começam novamente. Ao chegar ao ponto final, nova dupla começa o percurso, soprando outra pena. A pena deverá estar sempre no ar. Todos da equipe devem participar, sempre aos pares e com as pernas amarradas.

Vence a equipe que cumprir a tarefa em primeiro lugar. A equipe vencedora ganhará colares extras.

Após o jogo todas as equipes deverão se arrumar para participar da festa, para isso receberão maquiagem para decorar o rosto como se fossem índios também.

"A FESTA DE JACI"

Jaci é uma deusa indígena, representada pela lua. Os índios fazem festas, dançam e cantam para ela.

As equipes maquiadas, com colares e cocares feitos por elas, participarão da festa. Aprenderão a música: "Vida de índio" (letra abaixo),coma melodia da música infantil "Marcha soldado".
A mesa estará arrumada,com: flores, as bananas assadas, pedaços de milho cozido, mandioca cozida, mel, algumas frutas, sucos de frutas, copos, talheres e pratos descartáveis, que podem ser substituídos por espetinhos d emadeira e folhas de bananeira.

Os alunos se confraternizam, comendo, cantando a música ensinada e dançando. Cada equipe apresentará uma dança ou alguns passos coreografados, criados para esse momento.

A Brincadeira do Sapo Taroké
Brincadeira dos índios Tukano - Alto Rio Negro, AM

O Tuxáua (chefe) Sapo reúne seus parentes numa fila em sua aldeia, para perguntar o que cada um quer comer. Os sapos só podem responder mosquitos (carapanã). Aqueles que falarem outros alimentos como frutas (cuki, uacu e umari) ganham veneno do Tuxáua Sapo e morrem. Só sobreviverão os que acertarem a verdadeira alimentação dos sapos: os insetos. Como prêmio, os vencedores farão parte do grupo do chefe.

O Jogo do Uiraçu (Gavião)

Brincadeira dos índios Canela - Barra do Corda, MA
Uma criança representa o gavião e as outras formam uma fila, começando pelos mais altos. Cada criança abraça forte o colega da frente, com os dois braços passando por baixo dos braços do colega. O gavião, solto, grita "Piu" (tenho fome). O primeiro da fila mostra suas pernas "Tu senan síni?" (quer isto?). O gavião diz "É pelá" a todas elas, menos para a última a quem diz "Iná!" (sim); e sai correndo atrás dela. O grupo, sempre abraçado, tenta cercar a ave. Se o gavião agarrar a criança, leva-a para o seu ninho. O jogo continua até que o animal agarre todas as outras crianças maiores de acordo com a ordem.


Oficina de criação

Propor aos alunos que pintem macarrões furadinhos e façam colares, pulseiras, cintos e tornozeleiras imitando arte indígena. Para fazer um cocar é só colar penas coloridas entre os macarrões.
Proponha uma pesquisa referente às contribuições indígenas: nomes, culinária, artes etc.


Ideias de Atividades para comemoração do Dia do Índio

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Sugestão de Atividades para comemoração do Dia do Índio.

Atividades de letramento – Os numerais

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Atividades de letramento – Os numerais

Letramento divertido

Atividade de letramento – Testando a atenção

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Letramento divertido_alfabetização_educação (13)

Atividade com formas geométricas

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Atividade pronta usando formas geométricas para educadores.