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Site do Sistema Solar

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sistema solar
Hoje trago uma dica para professores de Ciências e Geografia: um site para visitarem com seus alunos em que é visto o Sistema Solar. É o http://solarsystemscope.com/ , nele você ainda pode visitar os planetas, ver as constelações, distância da Terra dos planetas e muito mais. Muito legal mesmo! É uma boa dica também para trabalhar com os alunos no laboratório de informática!
Na barra do lado esquerdo do site você pode, entre outras coisas, arrastar os planetas, observar o sistema solar com três tipos de visão, a visão Heliocêntrica, a visão Geocêntrica e a visão Panorâmica.

Texto para trabalhar ortografia do P e aliteração

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Abaixo um bom texto para trabalhar com as crianças palavras escritas com a letra P. A partir do 5º ano é interessante para trabalhar o sentido das palavras, substantivos, adjetivos, o sujeito das orações, os verbos. Pode-se também trabalhar aliteração nos 8º e 9º anos em diante.










Aliteração é uma figura de linguagem que consiste em repetir sons consonantais idênticos ou semelhantes em um verso ou em uma frase, especialmente as sílabas tônicas. A aliteração é largamente utilizada em poesias mas também pode ser empregada em prosas, especialmente em frases curtas.
preciosos-momentos-desenho
Vamos ao texto:

"Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.













Partiu para Piracicaba, onde pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, pois padre Pafúncio pediu para pintar panelas; porém, posteriormente, pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para permanecer praticando pinturas e preferiu, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos e preferiu pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo pico, pois pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, o que provocou provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando em Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos. Pedro Paulo preferiu precatar-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.

- Povo previdente! pensava Pedro Paulo. Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, ao partir para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou e prostrou-se perante políticos, populares, pobres, pedintes. Paris! Paris! proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.

Pisando em Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.

Profundamente pálido, perfez o percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: "Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior".

Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer em Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences e partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!

Passando pela ponte, precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando em pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porém o pai prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente, Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente, Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois se precipitou pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar."

(Autor MARCO ANTONIO PEREIRA)



Adjetivo superlativo - atividades 5º ano

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Atividades gramaticais para imprimir de adjetivos no grau superlativo absoluto sintético e no grau superlativo analítico.
atividades-adjetivo-superlativo-5º anoatividades-adjetivo-superlativo-5º ano-3atividades-adjetivo-superlativo-5º ano-2Treino ortografia com lh
atividades-adjetivo-superlativo-5º ano-4

Atividades de ortografia para imprimir

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Folhas de atividades de ortografia para vocês imprimirem e utilizarem em sala de aula.

Atividades de ortografia com dígrafos ch, lh,gu, qu

Ortografia com dígrafosPalavras com s ou z. Forme palavras de adjetivos para substantivos. Complete as palavras com M ou N.

atividades-colorir-ortografia-potuguêsEmprego do je e ji. Emprego do Z. Emprego do ge e gi. Emprego do ce e ci. Emprego do ç.


atividades-colorir-ortografia

A chácara do Chico Bolacha - poesia e atividades

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Abaixo segue a poesia da inesquecível Cecília Meireles “A Chácara do Chico Bolacha”, escrita em 1964. Além de muito criativa, ensina os pequenos a escreverem as palavras, diferenciando o “x” do “ch”, regra que costuma ser fonte de dúvidas para os aprendizes que se iniciam nos mistérios da escrita. A melhor maneira de aprender a ortografia é ler. Junto com a poesia vem atividades para imprimir de ortografia.

A Chacara do Chico Bolacha - poesia e ortografia - Ch ou X

A Chacara do Chico Bolacha - poesia e ortografia - Ch ou X-2
A Chacara do Chico Bolacha - poesia, questões e cruzadinha
A Chacara do Chico Bolacha-cruzadinha-atividades

chacara-chico-bolacha-atividade-ortografiachacara-chico-bolacha-atividades-ortografia

Chapeuzinho Vermelho - atividades para todas as disciplinas

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Veja abaixo o conto Chapeuzinho Vermelho e atividades para todas as disciplinas. Uma boa forma de trabalhar de maneira multidisciplinar o conto em sala de aula.

**As atividades estão prontas para serem salvas em seu computador ou para serem impressas.

conto-chapeuzinho-vermelho-1conto-chapeuzinho-vermelho-2conto-chapeuzinho-vermelho-atividadesconto-chapeuzinho-vermelho-atividades-colorirconto-chapeuzinho-vermelho-atividades-disciplinasconto-chapeuzinho-vermelho-ciênciasconto-chapeuzinho-vermelho-ciências-naturais
conto-chapeuzinho-vermelho-matemáticaCréditos: Professora Sheila Mendes

Contas armadas de adição para ensino fundamental

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Cálculos de adição simples armados. Continhas de matemática para imprimir.

Cruzadinha de matemática com contas de adição.
cruzadinha-matemática-continhasadições-continhas-armadas-atividadesAdição simples e com reserva - diversos calculos armadoscontinhas armadas de adição


Subtração - diversas contas com casinha

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Várias atividades de subtração com casinhas montadas para imprimir. Atividades de matemática prontas para imprimir.

subtração-contas-desenho-smurf-matemáticasubtração-matemática-contas com casinhacontas-com-casinha-atividades-coloriratividades-subtração-atividades-colorirCalculos armados de subtração - desenho da Smurfete

Exercícios de pronomes pessoais

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Exercícios de pronomes pessoais para imprimir.

pronomes-pessoais-portugues-atividades-colorir
pronomes-pessoais-atividades-colorir

Avaliação com texto de São João para 5º Ano

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A LENDA DO SURGIMENTO DA FOGUEIRA DE SÃO JOÃO

chico-pulando-fogueiraDizem que Santa Isabel era muito amiga de Nossa Senhora e, por isso, costumavam visitar-se. Uma tarde, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora e aproveitou para contar-lhe que dentro de algum tempo nasceria seu filho, que se chamaria João Batista.
Nossa Senhora então perguntou:
__ Como poderei saber do nascimento dessa criança?

 

__ Vou acender uma fogueira bem grande; assim você poderá vê-la de longe e saberá que João nasceu. Mandarei também erguer um mastro com uma boneca sobre ele.
Santa Isabel cumpriu a promessa. Certo dia Nossa Senhora viu ao longe uma fumaceira e depois umas chamas bem vermelhas. Foi à casa de Isabel e encontrou o menino João Batista, que mais tarde seria um dos santos mais importantes da religião católica. Isso se deu no dia 24 de junho.

Interpretando o texto:

1. A lenda fala do nascimento de uma criança. Quem era essa criança?

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2.Em que data aconteceu o fato que está registrado na lenda?

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3.Quem era a mãe de João Batista, segundo a lenda?

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4.Como Nossa Senhora ficou sabendo do nascimento de João Batista?

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5.E por falar em balões... O que você sabe a respeito do hábito que as pessoas têm de soltar balões nesta época do ano? É um hábito saudável e correto? O que você pode fazer para ajudar a conscientizar essas pessoas do perigo dos balões?

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6.Pense bem e escreva algumas coisas ruins que podem acontecer quando se solta balões:

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7.Você costuma participar de festas juninas na sua escola, igreja ou cidade? Você gosta das festas? O que mais gosta nelas?

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8.Imagine que você é o organizador de uma festa junina. Como seria a sua festa? O que teria nela? E o que não teria? Solte a sua imaginação!

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(Fonte do texto: internet. Questões elaboradas por Professora Elizabeth, Espaço Educar)

GRAMÁTICA

1)Complete as frases com artigos DEFINIDOS ou INDEFINIDOS adequados:

a) Mostre-me_______ livro que você comprou.

b) Ontem, veio aqui______ garota querendo falar com você.

c) Você conhece_______ moço que acabou de entrar na sala?

d) Onde estão______ meus cadernos?

e) Chamem______ pais desse aluno.

f) Gostaria de ter_______ apartamento na praia.

g)Ele inventou_____ desculpas para justificar______ atraso.

h) Quem é ______ autora desse livro?

2- Reescreva as frases, mantendo apenas as palavras escritas de forma adequada para o contexto:

a)  O jornalista não pôs o acento/assento na palavra correta.
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b)  O tapeceiro reformou o acento/assento da cadeira.
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c)  Espero que eles viagem/viajem amanhã cedo.
_

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d)  Espero que eles façam uma boa viagem/viajem.

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e)  Tivemos que apertar o passo/paço para chegar antes da chuva.

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f)  Combinamos de nos encontrar às sete horas, no Passo/Paço das Artes.

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g)  Aquela menina monta sem sela/cela.

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h)  É o carcereiro quem abre e fecha a sela/cela.

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Chapeuzinho Amarelo–interpretação de texto 01

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Leia o texto abaixo:

Chapeuzinho Amarelo
chapeuzinho-amarelo-atividades-colorir
“Era a Chapeuzinho Amarelo.
Amarelada de medo.
Tinha medo de tudo, aquela Chapeuzinho.
Já não ria.
Em festa, não aparecia.
Não subia escada, nem descia.
Não estava resfriada, mas tossia.
Ouvia conto de fada, e estremecia.
Não brincava mais de nada, nem de amarelinha.
Tinha medo de trovão.
Minhoca, pra ela, era cobra.
E nunca apanhava sol, porque tinha medo da sombra.
Não ia pra fora pra não se sujar.
Não tomava sopa pra não ensopar.
Não tomava banho pra não descolar.
Não falava nada pra não engasgar.
Não ficava em pé com medo de cair.
Então vivia parada, deitada, mas sem dormir, com medo de pesadelo.
Era a Chapeuzinho Amarelo…
E de todos os medos que tinha
O medo mais que medonho era o medo do tal do LOBO.
Um LOBO que nunca se via,
que morava lá pra longe,
do outro lado da montanha,
num buraco da Alemanha,
cheio de teia de aranha,
numa terra tão estranha,
que vai ver que o tal do LOBO
nem existia.
Mesmo assim a Chapeuzinho tinha cada vez mais medo do medo do medo do medo de um dia encontrar um LOBO.
Um LOBO que não existia.
E Chapeuzinho amarelo,
de tanto pensar no LOBO,
de tanto sonhar com LOBO,
de tanto esperar o LOBO,
um dia topou com ele
que era assim:
carão de LOBO,
olhão de LOBO,
jeitão de LOBO,
e principalmente um bocão
tão grande que era capaz de comer duas avós,
um caçador, rei, princesa, sete panelas de arroz…
E um chapéu de sobremesa.
Mas o engraçado é que,
assim que encontrou o LOBO,
a Chapeuzinho Amarelo
foi perdendo aquele medo:
o medo do medo do medo do medo que tinha do LOBO.
Foi ficando só com um pouco de medo daquele lobo.
Depois acabou o medo e ela ficou só com o lobo.
O lobo ficou chateado de ver aquela menina olhando pra cara dele,
só que sem o medo dele.
Ficou mesmo envergonhado, triste, murcho e branco-azedo,
porque um lobo, tirado o medo, é um arremedo de lobo.
É feito um lobo sem pÊlo.
Um lobo pelado.
O lobo ficou chateado.
Ele gritou: sou um LOBO!
Mas a Chapeuzinho, nada.
E ele gritou: EU SOU UM LOBO!!!
E a Chapeuzinho deu risada.
E ele berrou: EU SOU UM LOBO!!!!!!!!!!
Chapeuzinho, já meio enjoada, com vontade de brincar de outra coisa.
Ele então gritou bem forte aquele seu nome de LOBO umas vinte e cinco vezes,
Que era pro medo ir voltando e a menininha saber com quem não estava falando:
LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO
Aí, Chapeuzinho encheu e disse:
“Pára assim! Agora! Já! Do jeito que você tá!”
E o lobo parado assim, do jeito que o lobo estava, já não era mais um LO-BO.
Era um BO-LO.
Um bolo de lobo fofo, tremendo que nem pudim, com medo de Chapeuzim.
Com medo de ser comido, com vela e tudo, inteirim.
Chapeuzinho não comeu aquele bolo de lobo, porque sempre preferiu de chocolate.
Aliás, ela agora come de tudo, menos sola de sapato.
Não tem mais medo de chuva, nem foge de carrapato.
Cai, levanta, se machuca, vai à praia, entra no mato,
Trepa em árvore, rouba fruta, depois joga amarelinha,
Com o primo da viz inha, com a filha do jornaleiro,
Com a sobrinha da madrinha
E o neto do sapateiro.
Mesmo quando está sozinha, inventa uma brincadeira.
E transforma em companheiro cada medo que ela tinha:
O raio virou orrái;
barata é tabará;
a bruxa virou xabru;
e o dia bo é bodiá.
( Ah, outros companheiros da Chapeuzinho Amarelo: o Gãodra, a Jacoru, o Barão-tu, o Pão Bichô pa…
E todos os tronsmons.)

                                                                                                          Autor: Chico Buarque


Estudando e compreendendo o texto



1 - Quem é o autor da história?
[  ] Rita Azevedo
[  ] Carlos Holanda
[  ] Chapeuzinho
[  ] Chico Buarque

2 - Marque as opções de acordo com as coisas de que chapeuzinho tinha medo:
[  ] conto de fada
[  ] trovão
[  ] rir
[  ] pesadelo
[  ] escada
[  ] chorar
[  ] escrever
[  ] palhaço

3 - De que fala o texto?
[  ] Fala de músicas


[  ] Fala de coragem
[  ] Fala de crianças
[  ] Fala de medo

4 - Qual é o título do texto?
[  ] Amarelinha
[  ] Medo
[  ] Chapeuzinho Vermelho
[  ] Chapeuzinho Amarelo

5 – Marque V para VERDADEIRO e F para FALSO:

• Sobre a história da “Chapeuzinho Vermelho”:
( ) O lobo come a vovó da Chapeuzinho.
( ) A Chapeuzinho sonhava com o lobo?
( ) Chapeuzinho vai levar picolés à vovó?
( ) Chapeuzinho encontrou com o lobo a caminho da casa da vovó.
( ) O lobo é muito sabido.
( ) O lobo se disfarçou de vovó da Chapeuzinho.
( ) A vovó foi resgatada pelo Corpo de Bombeiro.
( ) Chapeuzinho era uma menina muito sabida e não tinha medo do lobo.
( ) O lobo insiste com Chapeuzinho que é um lobo para ela ficar com medo dele.
( ) A Chapeuzinho é uma menina muito custosa.

• Sobre a história da “Chapeuzinho Amarelo”:
( ) O maior medo da Chapeuzinho era o lobo.
( ) A Chapeuzinho foi levar doces para sua vovó.
( ) O lobo morava num buraco da França.
( ) Não se sabe como Chapeuzinho encontrou com o lobo.
( ) A boca do lobo era muito grande.
( ) Assim que Chapeuzinho encontrou o lobo, foi perdendo o medo.
( ) O lobo gostou de saber que Chapeuzinho não tinha medo dele.
( ) O lobo da Chapeuzinho acabou se transformando num bolo.
( ) Chapeuzinho deixou de ter medo do lobo depois que encontrou com uma lebre.
( ) A vovó de Chapeuzinho foi engolida pelo lobo.



A Minhoquinha Dorminhoca com interpretação de texto

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A Minhoquinha Dorminhoca

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A minhoquinha Larissa morava num belo jardim, cheio de flores.

Sua casa ficava no pé da roseira azul, e era muito arrumadinha.

No inverno fez tanto frio, mas tanto frio, que a minhoquinha fechou as portas e as janelas da casa e foi pra caminha.

Cobriu-se com todos os cobertores que tinha e ficou tão quentinha, mas tão quentinha, que acabou dormindo o inverno inteiro.

Foi-se o inverno e veio a primavera. As flores do jardim se abriram para o sol e a vida ficou mais feliz. As abelhas vieram colher o pólen das flores. As formigas saíram do formigueiro para pegar folhas verdinhas. Os passarinhos cantavam nas árvores e faziam seus ninhos.

Foi quando Titi, o beija-flor, sentiu falta da minhoquinha.

- Onde está a Larissa? – perguntou ele.

Mas ninguém tinha visto ainda a minhoquinha nessa primavera.

Titi foi até a casa dela e viu portas e janelas fechadas.

Então Titi teve uma idéia: fazer uma serenata para acordar a minhoquinha.

Combinou tudo com os amigos do jardim. O grilo trouxe o violino. A borboleta trouxe a trombeta. O castor trouxe o tambor. E o beija-flor cantou uma linda música.

A minhoquinha acordou, se espreguiçou, saiu da cama e foi ver o que era aquilo. Quando abriu a janela o sol entrou em sua casa e ela pode ouvir a linda cantoria da primavera.

                                                            Autor: Emílio Carlos

Atividades de Interpretação de texto

1 - Qual é o nome da minhoquinha da história?


2 - Onde ela morava?
3 - O que a minhoquinha fez no inverno?
4 - Quem sentiu a falta da minhoquinha?
5 - Titi, o beija-flor, teve uma grande ideia para acordar a minhoquinha Larissa. Qual foi?
6 - A ideia de Titi teria dado certo sem a ajuda dos amigos? Por quê?
7 - Quando a minhoquinha acordou, já era que estação do ano?
8 – A minhoquinha Larissa acordou “pode ouvir a linda cantoria da primavera”. Imagine a cena e desenhe abaixo o que a minhoquinha viu ao abrir a janela. Não se esqueça de colorir bem bonito e alegre o seu desenho.

A coruja e a águia – fábula com exercício de interpretação

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Leia o texto.
a coruja e a aguia
A coruja e a águia


Coruja e águia, depois de muita briga resolveram fazer as pazes.

Basta de guerra — disse a coruja.
— O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

— Perfeitamente — respondeu a águia.
— Também eu não quero outra coisa.

— Nesse caso combinemos isso: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.

— Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?

— Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial, que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.

— Está feito! — concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.



Horríveis bichos! — disse ela. — Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.


Quê? — disse esta admirada. — Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…


Moral da história: Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Já diz o ditado: quem ama o feio, bonito lhe parece.
                                     
                   Em: Fábulas, Monteiro Lobato, São Paulo, Brasiliense, s/d, 20ª edição.


CONSTRUINDO O SENTIDO DO TEXTO



01. Quem são os personagens principais?
02. A fábula tem algumas características especiais. Quais são elas?
03. Como a coruja descreveu seus filhotes?
04. Por que a águia não reconheceu os filhotes da coruja?

05. Segundo a moral, há uma diferença no modo de as pessoas perceberem as outras. Explique.

07. Transcreva uma fala de cada personagem do texto:





08 - Leia novamente o texto A coruja e a águia e assinale as alternativas corretas

1) Um dia quando a águia estava caçando encontrou um ninho com:
a) dois filhotinhos lindos                           c) dois filhotinhos horríveis
b) três filhotinhos lindos                           d)três filhotinhos horríveis
2)  A coruja disse para a águia que seus filhotes eram:
a) lindos e tristes                                              c) lindos e alegres
b) alegres e feios                                               d) feios  e tristes
3) A águia quando encontrou os filhotes da coruja não os reconheceu porque:
(a) achou-os muito bonitos                         
(c) eles estavam dormindo
(b) eles eram horríveis para a águia   (d) eles estavam piando muito alto
4) A moral “ Quem ama o feio, bonito lhe parece”, nos ensina que:
a) Não devemos amar as pessoas feias
b) Quando gostamos de alguém, mesmo que ela seja feia nos parecerá ser bonita.
c) O amor torna as pessoas mais feias
d) A beleza não é tudo.
5) A razão para a coruja considerar seus filhotes muito bonitos é porque:
(a) era cega              
(b) era muito convencida
(c) não enxergava muito bem
(d) era a mãe deles
6) Essa história trata especialmente de:
a) incompreensão   (b) mentira         ( c) esperteza          (d) ingratidão
7) Esse texto é:
(a) uma poesia  (b) Texto informativo   (c) um conto de fadas  (d) uma fábula

VOCÊ SABIA?
Esta fábula de Monteiro Lobato é uma das dezenas de varições feitas através dos séculos da fábulas de Esopo, escritor grego, que viveu no século VI AC.  Suas fábulas foram reunidas e atribuídas a ele, por Demétrius em 325 AC.  Desde então tornaram-se clássicos da cultura ocidental e muitos escritores como Monteiro Lobato, re-escreveram e ficaram famosos por recriarem estas histórias, o que mostra a universalidade dos textos, das emoções descritas e da moral neles exemplificada.  Entre os mais famosos escritores que recriaram as Fábulas de Esopo estão Fedro e La Fontaine. 
José Bento 
Monteiro Lobato, (Taubaté, SP, 1882 – 1948).  Escritor, contista, dedicou-se à literatura infantil. Foi um dos fundadores da Companhia Editora Nacional. Chamava-se José Renato Monteiro Lobato e alterou o nome posteriormente para José Bento.

Menina bonita do laço de fita - atividades

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HISTÓRIA: MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA - Ana Maria Machado
Origem do livro segundo a própria Ana Maria Machado


“Este livro, para mim, é uma história que surgiu a partir de uma brincadeira que eu fazia com minha filha recém-nascida de meu segundo casamento. Seu pai, de ascendência italiana, tem a pele muito mais clara do que a minha e a de meu primeiro marido. Portanto, meus dois filhos mais velhos, Rodrigo e Pedro, são mais morenos que Luísa. Quando ela nasceu, ganhou um coelhinho branco de pelúcia. Até uns dez meses de idade, Luísa quase não tinha cabelo e eu costumava por um lacinho de fita na cabeça dela quando íamos passear, para ficar com cara de menina.

Como era muito clarinha, eu brincava com ela, provocando risadas com o coelhinho que lhe fazia cócegas de leve na barriga, e perguntava (eu fazia uma voz engraçada): “Menina bonita do laço de fita, qual o segredo para ser tão branquinha?” E com outra voz, Enquanto 

ela estava rindo, eu e seus irmãos íamos respondendo o que ia dando na telha: é por que caí no leite, porque comi arroz demais, porque me pintei com giz etc. No fim, outra voz, mais grossa dizia algo do tipo: “Não, nada disso, foi uma avó italiana que deu carne e osso para ela…” Os irmãos riam muito, ela ria, era divertido. 

Um dia, ouvindo isso, o pai dela (que é músico) disse que tínhamos quase pronta uma canção com essa brincadeira, ou uma história, e que eu devia escrever. Gostei da ideia, mas achei que o tema de uma menina linda e loura, ou da Branca de Neve, já estava gasto demais. E nem tem nada a ver com a realidade do Brasil. Então a transformei numa pretinha, e fiz as mudanças necessárias: a tinta preta, as jabuticabas, o café, o feijão preto etc.
menina bonita laço de fita


ATIVIDADES PARA TRABALHAR COM O LIVRO MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA 
(Ana Maria Machado)


PROJETO:
ÁREA DE CONHECIMENTO: Língua Portuguesa
OBJETO DE ESTUDO: Diversidade Étnico-Cultural Brasileira Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano 

INTRODUÇÃO: Desenvolvimento do tema da diversidade, não somente com o objetivo de apresentar aos alunos a riqueza da diversidade étnico-cultural brasileira, contribuindo para que as crianças se apropriem de valores como o respeito a si próprias e ao outro, mas também com o objetivo de elevar a auto-estima do aluno negro.  A sugestão é que as atividades sejam desenvolvidas durante um período mínimo de cinco dias, (lembrando que essa sugestão de aulas não poderá ocorrer num dia só) no decorrer dos quais o professor irá:


1. Apresentar a história à classe, contando-a, sem mostrar o livro.

2. Pedir às crianças que dêem um título (um nome) à história ouvida, escrevendo na lousa as sugestões apresentadas.

3. Contar que quem escreveu a história foi Ana Maria Machado, uma escritora brasileira que escreve livros para crianças, principalmente. Se o(a) professor(a) já tiver lido para a classe outros livros da autora, relembrar o fato aos alunos, se possível, mostrando-os.

4. Dizer o título do livro: "Menina bonita do laço de fita" e comparar com os nomes apresentados pelos alunos na atividade perguntando a eles se gostaram mais do nome escolhido por eles próprios ou o escolhido pela autora; mostrar às crianças que nem sempre temos a mesma opinião sobre um mesmo fato ou situação e que o importante é que aprendamos a respeitar todas as opiniões; comentar os nomes escolhidos pelos alunos, na medida em que se afastam ou se aproximam do nome original da história.

5. Mostrar a capa do livro aos alunos."Ler" a imagem da capa com eles, fazendo perguntas sobre a ilustração: a cor da pele da menina, do coelho, o cabelo da menina (quem usa cabelo assim? é difícil fazer um penteado como esse? leva muito tempo?). Destacar o olhar apaixonado, pensativo-sonhador do coelho. Pedir aos alunos que mostrem o que mais na ilustração indica que o coelho está apaixonado. Dizer o nome do ilustrador e falar sobre a importância da ilustração na leitura.

6. Ler o livro para os alunos, agora parando em cada página, mostrando as imagens e destacando as palavras e expressões que valorizam a menina, que a retratam como bela: "Era uma vez uma menina linda, linda. Os olhos dela pareciam duas azeitonas, daquelas bem brilhantes. Os cabelos eram enroladinhos e bem negros, feitos fiapos da noite. A pele era escura e lustrosa, que nem o pêlo da pantera negra quando pula na chuva.". Os adjetivos e comparações usados pela autora vão além de aguçar a imaginação infantil (olhos = duas azeitonas daquelas bem brilhantes; cabelos = fiapos da noite; pele = pêlo da pantera negra quando pula na chuva); eles evocam uma imagem positiva da menina, valorizando nela aspectos como cabelo e cor de pele, que normalmente são "maquiados", escondidos, quando a personagem é negra. A beleza natural da menina ganha enfeites que reforçam seu encanto, dando a ela ares de personagem de contos de fadas, pois: "Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laço de fita colorida. Ela ficava parecendo uma princesa das Terras da África, ou uma fada do Reino do Luar". Esses dois trechos contribuem para que, ao imaginário infantil a menina seja apresentada como uma bela princesa de contos de fadas, o que é extremamente positivo e eleva a auto-estima da criança, que se identificará com a heroína. Perguntar aos alunos se eles têm uma idéia do porquê do coelho querer ter a cor de pele da menina. Será que ele não está satisfeito com a própria cor? Comentar com as crianças as respostas dadas. 


É importante que o (a) professor (a) destaque que além de muito bonita, essa heroína é também muito esperta e criativa, pois mesmo não sabendo responder às perguntas do coelho, sempre tem uma solução para que ele se torne da cor desejada: cair na tinta preta, tomar muito café, comer muita jabuticaba... 


Antes de ler o trecho que fala da intervenção da mãe no diálogo entre a menina e o coelho, perguntar se alguém lembra como era a mãe da garota. 


Comparar o texto escrito ("uma mulata linda e risonha") e a ilustração da mãe que é a de uma linda moça, moderna, bem vestida e arrumada (enfeitada, pintada, cabelos penteados), o que também contribui para que a classe forme uma imagem estética positiva da mulher negra.

7. Aproveitar a descoberta do coelho ("a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos") e perguntar aos alunos com quem eles acham que se parecem. Essa atividade pode desdobrar-se em outras, por exemplo: 
  
a) as crianças podem entrevistar os pais para saberem com quem se parecem e apresentar os resultados da pesquisa oralmente (Por exemplo, dizendo frases como: Minha mãe diz que meus olhos são parecidos com os dela, mas que meus cabelos e minha boca se parecem com os da minha avó.);


b) os alunos podem levar fotografiasde parentes (pais, avós, tios, irmãos, por exemplo); atrás de cada foto deve constar o nome da criança que a trouxe; os alunos dividem-se em grupos de quatro. As fotos de cada grupo são empilhadas, com a frente para cima; os alunos tiram a sorte para ver quem começa jogando, o primeiro pega a primeira foto e tenta adivinhar quem a trouxe, observando as semelhanças entre as fotos e os colegas de grupo; se foi ele mesmo quem trouxe a foto, deve embaralhar a pilha, para que a fotografia saia do primeiro lugar; enquanto for acertando, o jogador continuará jogando. Ganhará o jogo quem tiver acertado mais. Ao final, as crianças devem contar aos colegas de grupo quem são as pessoas que estão nas fotos. Terminada a brincadeira, o (a) professor (a) colocará para a turma a seguinte questão: somos parecidos com as pessoas da nossa família? O coelho branco estava certo em suas conclusões?

8. Pedir às crianças que desenhem: a) a menina do laço de fita e a mãe; b) o coelho e sua nova família; c) suas famílias.

9. Organizar uma roda de conversas. Reler o trecho: "O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto em toda a vida. E pensava: - Ah, quando eu casar quero ter uma filhinha pretinha e linda que nem ela." Questionar: O que é ser bonito? Como uma pessoa deve ser para ser bonita? Provavelmente surgirão respostas diferentes umas das outras. Retomar o que foi dito na atividade nº 4 e mostrar às crianças que nem sempre temos a mesma opinião sobre um assunto e que isso é muito bom, pois o mundo seria muito aborrecido se todos pensassem do mesmo jeito e se, por exemplo, só existisse um único modelo de beleza. Destacar que o importante é respeitar as diferenças. Conversar com a classe sobre os padrões de beleza existentes em "Menina bonita".

10. Mostrar, num mapa-múndi, os cinco continentes- a América, a Europa, a Ásia, a África e a Oceania, ressaltando que eles são divididos em países, cada um com seus costumes e tradições, suas festas, músicas e danças, suas religiões e seu jeito de ser, pois ninguém é igual a ninguém e é isso que dá graça à vida. 
  
11. Conversar com as crianças sobre as "famílias" (povos) que formam o Brasil: os índios, o negro, o colonizador europeu, os imigrantes italianos, japoneses, árabes, judeus etc. Explicar que esses povos foram se cruzando, para formar a grande família brasileira, que tem as características de suas origens. Lembrar aqui as contribuições desses povos nas festas, na música, na culinária, nas histórias etc.


12. Retomar a atividade 10 e complementá-la, destacando a importância do respeito à diversidade étnico-cultural que compõe o Brasil.      


Essas são algumas sugestões, apenas. O  professor deve assumir uma postura de combate a todas as formas de discriminação e preconceito, valorizando as diferentes etnias que constituem o Brasil e que, de certa forma, estão representadas nas crianças que compõem uma sala de aula na Educação. 

Para finalizar, um destaque: para assumir o compromisso de trabalhar a diversidade cultural e étnica na Educação Infantil/Fundamental, o professor precisa ter segurança quanto ao que será desenvolvido. 
Um caminho para isso é a reflexão conjunta dos professores nas reuniões pedagógicas, procurando respostas a indagações como: Sou preconceituoso? Já vivi situações de discriminação ou preconceito? E, tratando-se da etnia negra: O que sei sobre o continente africano? O que sei sobre as condições dos africanos escravizados no Brasil? O que sei sobre suas lutas de resistência, seus heróis, suas histórias? Conheço a história de Zumbi? A influência que os africanos escravizados tiveram na formação da identidade brasileira, nas religiões, festas, cantigas, danças, culinária e, principalmente, histórias que contribuem para ampliar o repertório e povoar o imaginário das crianças com representações positivas do negro? 
  
Para refletir:

“Nossas escolas pretendem formar cidadãos. E cidadania não combina com desigualdade, assim como democracia não combina com preconceito e discriminação. Se as crianças vão à escola é porque desejamos que se desenvolvam plenamente como seres humanos...”

FONTE: III CADERNO DE  APOIO  PEDAGÓGICO - 2010 - RJ

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Menina bonita do laço de fita - texto

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Menina bonita do laço de fita
Menina bonita do laço de fita

Era uma vez uma menina linda, linda.
Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros.
A pele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva.
Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas. Ela ficava parecendo uma princesa das terras da áfrica, ou uma fada do Reino do Luar.
E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto na vida.
E pensava:
- Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...
Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...
O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela. Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina.
O coelho saiu dali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi. Mas não ficou nada preto.
- Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.
O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nada preto.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:
- Artes de uma avó preta que ela tinha...
Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos.
E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina, tinha era que procurar uma coelha preta para casar.
Não precisou procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça.
Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda a ter filhote não para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha. Já se sabe, afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado.
E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava:
- Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
E ela respondia:
- Conselhos da mãe da minha madrinha...


Livro de Ana Maria Machado




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Produção textual - A bruxinha cozinheira

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Peça para seus alunos criarem uma receita mágica nessa produção textual, sugerida para alunos de 3º ano.


bruxinha cozinheira educação infantil
Produção textual - A bruxinha cozinheira




Interpretação de imagens e criação de textos

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Faça seus alunos interpretarem as imagens da história da Branca de Neve. Depois de escreverem seu texto, peça para eles criarem perguntas e respostas de sua própria produção textualAtividade sugerida para 5º ano. 





Créditos: Gi Barbosa

Interpretação de texto para 4º e 5º anos

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Numa tarde ensolarada, João e sua mãe saíram a passeio pelas alamedas da vizinhança em direção à praça. João se divertia pedalando a nova bicicleta que ganhara de Natal, enquanto sua mãe admirava-o com orgulho.
Lá chegando, a mãe acomodou-se em seu banco predileto enquanto João circulava animadamente ao redor da praça. Por alguns instantes a mãe não o enxergava, oculto pelas grandes árvores, mas ficava sossegada, pois conhecia a habilidade de João.
Cada vez que passava pelo banco da mãe, João acenava e ela olhava-o envaidecida.
Depois de passar várias vezes pela mãe, o menino resolveu demonstrar aquilo que tinha aprendido.
- Olhe, mamãe, estou dirigindo a bicicleta sem uma das mãos!
- Muito bem!
Alguns minutos depois, o filho volta dizendo:
- Mamãe, sem as duas mãos!
E a mãe apreensiva, lhe diz:
- Cuidado, querido, não a deixe embalar na descida.
Mais alguns minutos e ela se vira à direita para vê-lo, vindo em sua direção. Agora, equilibrando-se sobre a bicicleta:
- Veja, mãe, sem um pé!
E na volta seguinte:
- Mãããeee, sem os dentes!!
Pobre Joãozinho...  
                                                                                                                                        Eduarda Borges

Marque X na resposta certa:

a) O texto fala sobre:
(  ) As aventuras de João com sua bicicleta.
(  ) O tombo de João.
(  ) A mãe de João.
(  ) A vida de João

b) A história acontece:
(  ) Numa rua movimentada.
(  ) Num parque da cidade.
(  ) Numa praça.
(  ) Numa vila.

c) A mãe de João estava apreensiva por que
(  ) O menino não queria ir embora.
(  ) O menino poderia cair da bicicleta.
(  ) O menino tinha desaparecido.
(  ) O menino não sabia andar de bicicleta

d) O texto termina dizendo "Pobre Joãozinho" por que
(  ) O menino quebrou a perna.
(  ) O menino chorou para mãe.
(  ) O menino caiu da bicicleta e quebrou os dentes.

e) O nome João é um substantivo:
(  ) próprio
(  ) comum

f) A palavra bicicleta é um:
(  ) adjetivo
(  ) substantivo comum

Atividade enviada por Valéria Morgana para  Professores Solidários. Interpretação de Texto sugerida para alunos de 4º e 5º ano.