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Desenhos para Colorir da Copa do Mundo

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Desenhos para Colorir da Copa do Mundo sediada no Brasil em 2014. Várias imagens para colorir do Fuleco, nosso mascote!


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Alfabeto da Copa do Mundo

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A Copa do mundo está chegando! Que tal ensinar o alfabeto aos seus alunos usando as letras e imagens da Copa?

Segue abaixo um alfabeto da copa para vocês trabalharem a alfabetização com as crianças! Elas com certeza vão adorar!

 

Alfabeto da Copa do Mundo - AAlfabeto da Copa do Mundo - BAlfabeto da Copa do Mundo - CAlfabeto da Copa do Mundo - DAlfabeto da Copa do Mundo - EAlfabeto da Copa do Mundo - FAlfabeto da Copa do Mundo - GAlfabeto da Copa do Mundo - HAlfabeto da Copa do Mundo - IAlfabeto da Copa do Mundo - JAlfabeto da Copa do Mundo - KAlfabeto da Copa do Mundo - LAlfabeto da Copa do Mundo - MAlfabeto da Copa do Mundo - NAlfabeto da Copa do Mundo - OAlfabeto da Copa do Mundo - PAlfabeto da Copa do Mundo - QAlfabeto da Copa do Mundo - RAlfabeto da Copa do Mundo - SAlfabeto da Copa do Mundo - TAlfabeto da Copa do Mundo - UAlfabeto da Copa do Mundo - VAlfabeto da Copa do Mundo - WAlfabeto da Copa do Mundo - XAlfabeto da Copa do Mundo - YAlfabeto da Copa do Mundo - Z

Curiosidades e regulamento sobre a Copa do Mundo

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Curiosidades sobre a Copa do Mundo de Futebol


- O recorde de gols em Copas é do francês Fontaine com 13 gols;
- O Brasil é o único país que participou de todas as Copas do Mundo;
- O Brasil é o país com mais títulos conquistados: total de cinco;
- Itália foi quatro vezes campeã, seguida da Alemanha três vezes campeã e das bi-campeãs Argentina e Uruguai. Inglaterra e França possuem apenas um título cada;
- A Copa do Mundo é o segundo maior evento esportivo do planeta;

Regulamento 
A fase final da Copa do Mundo é disputada por 32 seleções. A Europa tem direito a 14 vagas, uma delas ocupada pelo país-sede. O continente africano envia 5 representantes, enquanto que a América do Sul e a Ásia têm, cada uma, 4 países garantidos. Já a Concacaf, confederação que reúne as seleções da América do Norte, América Central e Caribe, tem direito a 3 vagas. As duas vagas restantes são definidas em confrontos de repescagem entre seleções da América do Sul e da Oceania e equipes da Ásia e da Concacaf. 


Sistema de disputa

1ª fase
A primeira fase será disputada no sistema de ligas, isto é, as seleções jogam contra as outras integrantes do seu grupo. Cada vitória vale três pontos e cada empate um ponto. A equipe perdedora não ganha nenhum ponto.
Após a disputa dos seis jogos, as duas seleções que conquistarem mais pontos dentro do grupo passarão para a próxima fase, as oitavas-de-final. Caso duas equipes terminem empatadas em número de pontos, os critérios de desempate são os seguintes (pela ordem): saldo de gols, gols marcados, confronto direto, saldos de gols no confronto direto, gols marcados no confronto direto e sorteio.
Oitavas-de-final
Dessa fase em diante, os jogos são eliminatórios. Os confrontos serão disputados entre os vencedores de cada grupo e os segundos colocados em seus grupos.
Caso haja empate no fim do tempo regulamentar de 90 minutos, será disputada uma prorrogação de meia-hora, com dois tempos de 15 minutos cada. Caso o empate persista, o vencedor será conhecido na disputa por pênaltis.
Para esclarecer: o sistema conhecido como "Golden Goal", ou "Gol de Ouro", em que a primeira equipe que marcar um gol na prorrogação é a vencedora, não será usado na Alemanha. Em 2002, na Copa do Japão e da Coréia do Sul, o "Gol de Ouro" foi a alegria de seleções como Coréia do Sul (oitavas-de-final contra a Itália), Senegal (oitavas-de-final contra a Suécia) e Turquia (quartas-de-final contra a Senegal).
Quartas-de-final
Os vencedores de cada confronto das oitavas se enfrentam, de acordo com a tabela da Fifa.
Semifinais
Os vencedores de cada confronto das quartas se enfrentam, de acordo com a tabela da Fifa.
Terceiro lugar
Os perdedores das semifinais disputam o terceiro lugar da competição.
Final
Será disputada entre as seleções que vencerem seus jogos na etapa semifinal.
Doping
É considerado doping qualquer tentativa de melhorar a performance do jogador. Tentativas de alterar ou destruir as amostras de urina também são considerados atos de doping. Testes antidoping com amostras de urina e sangue serão realizados durante treinamentos e jogos. Qualquer jogador do elenco, inclusive aqueles que não participaram de um determinado jogo, pode ser convocado para o antidoping.
Painéis eletrônicos
Será usado para mostrar substituições de jogadores e acréscimos. Relógio com a duração da partida pode aparecer, mas a contagem deve parar no final de cada tempo regulamentar.
Estádios
Tanto nas eliminatórias quanto na fase final, os estádios devem oferecer somente lugares sentados. O campo de jogo deve ter as dimensões de 105m x 68m. A Fifa permite que jogos sejam realizadas em gramados naturais ou sintéticos, mas na Copa da Alemanha não haverá campos artificais.
W.O
O oponente será considerado o vencedor por um placar de 3 a 0 (ou por um placar maior se a equipe que abandonar o jogo já estiver perdendo por mais gols de diferença), ganhando automaticamente 3 pontos.
Evolução das Regras 
Desde os tempos da bola de capotão, as regras do futebol sofreram diversas alterações. Até a Copa da Inglaterra de 1966, por exemplo, não eram permitidas substituições. Prorrogação em dois tempos de 15 minutos e a não marcação do impedimento quando o atacante estiver na mesma linha do defensor são outras das mudanças promovidas pela Fifa ao longo dos anos. Veja, item a item, o que vale hoje dentro das quatro linhas.
Início e reinício do jogo
 A equipe que ganhar o sorteio do cara ou coroa decidirá a direção em que atacará no primeiro tempo da partida.
 A outra equipe terá a posse de bola para iniciar o jogo.
 A equipe que ganhar o sorteio terá a posse de bola no início do segundo tempo.
 Na etapa final, as equipes mudarão de lado e atacarão em direção oposta a do primeiro tempo.
Pontapé de saída
O pontapé de saída é uma forma de reiniciar o jogo:
• Após a marcação de um gol
• No começo do segundo tempo da partida
• No começo de cada tempo da prorrogação, caso seja necessário.
• É permitido marcar um gol diretamente do pontapé de saída
Bola fora de jogo
A bola estará fora de jogo quando: tiver ultrapassado completamente uma linha lateral ou de fundo, seja pelo chão ou pelo ar.
Bola em jogo
A bola estará em jogo em qualquer outra circunstância, inclusive quando: rebater em uma das traves e permanecer dentro das quatro linhas ou tocar no árbitro ou em um dos assistentes, desde que estes estejam dentro dos limites do campo.
Impedimento
Um jogador estará em posição de impedimento quando: se encontrar mais próximo da linha de fundo contrária do que a bola e o penúltimo adversário.
Um jogador não estará em posição de impedimento se:
  • Receber a bola em seu campo
  • Tiver dois adversários à sua frente
  • Estiver atrás, ou na mesma linha, de quem passou a bola
Um jogador em posição de impedimento será punido somente quando, no momento do passe, o árbitro julgar que:
  • Ele está interferindo no jogo
  • Ele está atrapalhando um adversário
  • Ganhando vantagem da posição adiantada
Não existirá impedimento se o jogador receber a bola diretamente de:
  • Um tiro de meta
  • Um arremesso lateral
  • Uma cobrança de escanteio
Para qualquer marcação de impedimento, o árbitro deverá anotar um tiro livre indireto para a equipe adversária, que deverá ser cobrado do lugar de onde se cometeu a infração.
Gol marcado
O gol será validado quando a bola ultrapassar totalmente a linha entre as traves e por debaixo do travessão, sempre que a equipe anotadora não tenha cometido nenhuma infração na regra.
Prorrogação
Caso haja empate ao término do tempo regulamentar e necessidade de uma prorrogação, esta será sempre disputada em duas partes de 15 minutos cada uma, com um descanso de 5 minutos ao final do tempo regulamentar. No entanto, não haverá descanso ao entre os tempos da prorrogação.
Cobranças de pênalti
Será concedida uma cobrança de pênalti contra a equipe que cometeu uma das dez infrações que caracterizam um tiro livre direto, dentro de sua própria grande área, enquanto a bola está em jogo.
É permitido marcar um gol diretamente em uma cobrança de pênalti.
Será concedido um tempo adicional para que se possa executar uma cobrança de pênalti ao final de cada tempo ou ao final dos períodos da prorrogação.
Procedimentos de substituição
Para substituir um jogador deverão ser observadas as seguintes condições:
• O árbitro deverá ser informado da substituição proposta;
• O substituto não poderá entrar no gramado antes de receber autorização do árbitro e que o jogador substituído tenha deixado o campo;
• O substituto entrará no terreno de jogo unicamente pela linha do meio de campo e durante uma interrupção da partida;
• Uma substituição estará consumada quando o substituto entrar no terreno de jogo;
• Um jogador que tenha sido substituído não pode mais voltar para a partida;
• Todos os reservas e jogadores substituídos estão submetidos à autoridade do árbitro, sejam chamados ou não a participar da partida.
Os árbitros
Cada partida será controlada por um árbitro, que terá a autoridade total para fazer cumprir as regras do jogo.
Na Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, as decisões da Comissão de Árbitros da Fifa foram definitivas e não sujeitas a apelações.
A bola
Propriedades e medidas
  • Será esférica
  • Será de couro ou outro material adequado
  • Terá uma circunferência não superior a 70 cm e não inferior a 68 cm
  • Terá um peso não superior a 450 g e não inferior a 410 g no início do partida
  • Terá uma pressão equivalente a 0,6 - 1,1 atmosferas (600 - 1100 g/cm²) ao nível do mar

Copas que o Brasil venceu

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1958 - SUÉCIA 08 a 29 de julho de 1958

O Brasil partiu para disputar a Copa de 1958 totalmente desacreditado. Afinal, havia carimbado o passaporte para a Suécia com alguma dificuldade nas eliminatórias: empatou com o Peru 1 a 1, em Lima, e ganhou por 1 a 0, no Maracanã. O número de seleções inscritas chegou a 53, representando todos os continentes. O maior desfalque em 58 foi o próprio Jules Rimet, considerado o pai de todas as Copas do Mundo, que morreu dois anos antes, em Paris, aos 83 anos. Os suecos foram testemunhas da primeira seleção a ser campeã fora de seu continente - o Brasil - acontecimento até hoje não igualado - e o despertar do maior gênio do futebol de todos os tempos - Pelé, na época um rapaz de 17 anos. Em sua primeira Copa, o garoto não se intimidou e foi decisivo na memorável conquista brasileira. 

Colocação final

1º lugar: Brasil
2º lugar: Suécia
3º lugar: França 

Artilheiro
Fontaine (França) com 13 gols 
1962 - CHILE: 30 de maio a 17 de julho

Em time que está ganhando não se mexe. Foi baseado neste célebre ditado que a seleção brasileira partiu para disputar o Copa do Mundo de 1962, realizada no Chile. Mantendo a base campeã do mundo na Suécia, a equipe agora dirigida por Aymoré Moreira, conquistou o seu segundo título mundial. A conquista foi comandada por Garrincha, que com a contusão de Pelé na partida contra Tchecoslováquia, ainda na primeira fase, transformou o ponta do Botafogo no grande astro daquela Copa. Tanto que ele foi um dos artilheiros da competição com quatro gols. O show de Garrincha foi tão fenomenal, que na semifinal contra o Chile - dono da casa - ele foi expulso e a absolvição no Tribunal da Fifa tornou possível a sua presença em campo na decisão contra os tchecos. Coisas de campeão, aliás bicampeão. 

Colocação final

1º lugar: Brasil
2º lugar: Tchecoslováquia
3º lugar: Chile 

Artilheiros
Artilheiros: Albert(Hungria), Ivanov(União Soviética), Jerkovic(Iugoslávia), Leonel Sanchez(Chile), Garrincha(Brasil) e Vavá(Brasil), todos com quatro(4) gols.
 

1970 - MÉXICO: 31 de maio a 21 de julho

Desacreditada. Esta é a melhor palavra para definir a seleção brasileira em seu embarque para o México, onde tentaria apagar da lembrança a trágica campanha de 1966 na Inglaterra, quando foi eliminada ainda na primeira fase. Sob o comando de João Saldanha, o Brasil se classificou com tranquilidade para a Copa do México, vencendo a Venezuela, Colômbia e o Paraguai nas eliminatórias. A entrada de Zagalo no lugar de Saldanha e as más atuações em amistosos preparatórios deixaram os torcedores brasileiros com dúvidas sobre a participação no Mundial de 1970. Para a felicidade de todos, esta imagem foi se desfazendo a cada atuação do Brasil em gramados mexicanos. 

Colocação final
1º lugar: Brasil
2º lugar: Itália
3º lugar: Alemanha Ocidental 

Artilheiro
Gerd Muller (Alemanha Ocidental) com 10 gols 

1994 - ESTADOS UNIDOS: 08 de junho a 11 de julho

Favoritismo. É com esta palavra que podemos definir o sentimento dos torcedores brasileiros antes da Copa de 1994, nos Estados Unidos. Mas nem sempre foi assim. É que a campanha irregular durante as eliminatórias, quando o Brasil sofreu a primeira derrota de sua história nesta fase, diante da Bolívia por dois a zero, em La Paz, colocou o trabalho do técnico Carlos Alberto Parreira em xeque. Neste período, o técnico sofreu críticas de todos os lados, que iam de torcedores a imprensa esportiva. A reviravolta se deu a partir do jogo de volta contra os bolivianos, em Recife. Foi nesta cidade que a seleção teve o seu primeiro fim de semana tranqüilo nas eliminatórias, onde os torcedores apoiaram sem hesitar a equipe comandada por Parreira. Após a goleada de 6 a 0 sobre a Bolívia, uma luz no fim do túnel começou a ser vista e o fantasma da desclassificação de uma Copa do Mundo, pela primeira vez na história, foi se desfazendo. Mas o grande o momento foi o jogo com o Uruguai no Maracanã. Esta partida marcou o retorno de Romário à Seleção Brasileira. E ele cumpriu o que prometera ao ser convocado: marcou os dois gols na vitória sobre o Uruguai que carimbou o passaporte brasileiro para a Copa nos Estados Unidos. Era o prenúncio de que o então atacante do Barcelona iria brilhar no Mundial. 

Colocação final
1º lugar: Brasil
2º lugar: Itália
3º lugar: Bulgária 

Artilheiro
Salenko (Rússia) com 6 gols
2002 - CORÉIA DO SUL e JAPÃO: 31 de maio a 30 de junho

O Mundial de 2002 foi organizado pela primeira vez por duas nações, Coréia do Sul e Japão, e terminou com a conquista do pentacampeonato pelo Brasil. A competição também marcou o retorno triunfal do atacante Ronaldo, que, nos quatro anos anteriores, passou por duas contusões graves em seu joelho e sofrera uma convulsão na última final de Copa.
Sob o comando de Luiz Felipe Scolari, a Seleção, muito criticada pela imprensa brasileira por causa de seu jogo feio e forte na marcação, ficou conhecida como a "Família Felipão" pela união que o treinador alcançou com o grupo.
Na primeira fase, numa chave fácil, o Brasil passou por cima de Costa Rica, China e Turquia, para eliminar nas oitavas-de-final a Bélgica. Na fase seguinte, com um golaço de Ronaldinho, que minutos depois seria expulso, a Seleção venceu a Inglaterra por 2 a 1. Na semifinal um novo encontro com os turcos e outra vitória: 1 a 0.
A final foi entre Brasil e Alemanha. Com dois gols de Ronaldo, um na falha do goleiro Kahn, eleito o melhor jogador do torneio, a Seleção conquistou o penta e consagrou o estilo Scolari.
Ronaldo foi o artilheiro da competição, com oito gols, e o capitão Cafu se tornou o primeiro jogador a disputar três finais de Copa seguidas.
A Copa também marcou o vexame de três seleções tradicionais. A França, então campeã, e a Argentina, que realizou campanha extraordinária nas eliminatórias, foram eliminadas ainda na primeira fase, além de Portugal, que voltava a disputar uma Copa após 16 anos.
As boas surpresas ficaram por conta de Senegal, com seu futebol ofensivo, e o Paraguai, com sua ótima defesa. Até os donos da casa fizeram boas campanhas. Japão e Coréia do Sul ficaram em primeiro em seus grupos. O primeiro caiu nas oitavas diante da Turquia, e os sul-coreanos, com muita ajuda da arbitragem, eliminaram Itália e Espanha e só perderam para a Alemanha, na semifinal. 

Colocação final
1º lugar: Brasil
2º lugar: Alemanha
3º lugar: Turquia 

Artilheiro
Ronaldo (Brasil) com 8 gols. 

A HISTÓRIA DA COPA DO MUNDO

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A HISTÓRIA DA COPA DO MUNDO 


De quatro em quatro anos, seleções de futebol de diversos países do mundo se reúnem para disputar a Copa do Mundo de Futebol.
A competição foi criada pelo francês Jules Rimet, em 1928, após ter assumido o comando da instituição mais importante do futebol mundial: a FIFA ( Federation International Football Association). O troféu de ouro maciço, que mais tarde recebeu seu nome, seria de posse provisória, até que algum país o conquistasse por três vezes.
A primeira edição da Copa do Mundo foi realizada no Uruguai em 1930. Contou com a participação de apenas 16 seleções, que foram convidadas pela FIFA, sem disputa de eliminatórias, como acontece atualmente. A seleção uruguaia sagrou-se campeã e pôde ficar, por quatro anos, com a taça Jules Rimet.

Nas duas copas seguintes (1934 e 1938) a Itália ficou com o título. Porém, entre os anos de 1942 e 1946, a competição foi suspensa em função da eclosão da Segunda Guerra Mundial.

Em 1950, o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo. Os brasileiros ficaram entusiasmados e confiantes no título. Com uma ótima equipe, o Brasil chegou à final contra o Uruguai. A final, realizada no recém construído Maracanã (Rio de Janeiro - RJ) teve a presença de aproximadamente 200 mil espectadores. Um simples empate daria o título ao Brasil, porém a celeste olímpica uruguaia conseguiu o que parecia impossível: venceu o Brasil por 2 a 1 e tornou-se campeã. O Maracanã se calou e o choro tomou conta do país do futebol.

Copa do Mundo do Brasil - Maracanã
Copa do Mundo de 1950 no Brasil, estádio do Maracanã:
Brasil 6 x 1 Espanha


O Brasil sentiria o gosto de erguer a taça pela primeira vez em 1958, na copa disputada na Suécia. Neste ano, apareceu para o mundo, jogando pela seleção brasileira, aquele que seria considerado o melhor jogador de futebol de todos os tempos: Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

Primeira copa que o Brasil venceu, foto com Didi, Gilmar, Orlando e Pelé
Didi, Pelé, Gilmar e Orlando
  A primeira copa que a seleção brasileira sagra-se campeã foi na Suécia, foto tirada na final, logo após o apito do juíz. 
Brasil 5 x 2 Suécia.


Quatro anos após a conquista na Suécia, o Brasil voltou a provar o gostinho do título. Em 1962, no Chile, a seleção brasileira conquistou pela segunda vez a taça.
Em 1970, no México, com uma equipe formada por excelentes jogadores ( Pelé, Tostão, Rivelino, Carlos Alberto Torres entre outros), o Brasil tornou-se pela terceira vez campeão do mundo ao vencer a Itália por 4 a 1. Ao tornar-se tricampeão, o Brasil ganhou o direito de ficar em definitivo com a posse da taça Jules Rimet.

Terceira vez que o Brasil é campeão da Copa do Mundo de Futebol - México.
Pelé ergue o punho após o jogo da final na Copa do Mundo do México
Brasil 4 x 1 Itália


Após o título de 1970, o Brasil entrou num jejum de 24 anos sem título. A conquista voltou a ocorrer em 1994, na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Liderada pelo artilheiro Romário, nossa seleção venceu a Itália numa emocionante disputa por pênaltis. Quatro anos depois, o Brasil chegaria novamente a final, porém perderia o título para o pais anfitrião: a França.
Romário erguendo a taça na Copa do mundo dos Estados Unidos
Branco, Romário erguendo a taça e Dunga o capitão na copa de 1994.


Em 2002, na Copa do Mundo do Japão / Coréia do Sul, liderada pelo goleador Ronaldo, o Brasil sagrou-se pentacampeão ao derrotar a seleção da Alemanha por 2 a 0.

Gol de Ronal na Copa do Mundo Coréia Japão
Gol de Ronaldo na final da Copa do Mundo da Coréia e do Japão.
Brasil 2 x 0 Alemanha


Em 2006, na Copa do Mundo da Alemanha a competição voltou para os gramados da Europa, o Brasil terminou na quinta posição perdendo para a França nas quartas de final, a Itália levou o título nos pênaltis derrotando a França, a anfitriã Alemanha ficou com o terceiro lugar.

Jabulani: A Bola da Copa 2010

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A África do Sul é o lugar do mundo onde a bola que pega fogo não é apenas a que chamam de "sol". A de nome Jabulani, também, mais conhecida como "bola da Copa". Pois Jabulani anda com as orelhas quentes, fervendo, queimando.
“Você vai chutar ou cabecear e a bola muda, se meche. Essa bola é sobrenatural, não é possível”, define o craque Luis Fabiano.
“A bola é horrível, muito ruim. Parece com aquelas bolas que se compra em supermercado”, compare o goleiro Julio César.


Mas existe um local da África do Sul em que Jabulani não é só "falada", mas escrita, com todas as letras. É um bairro do distrito de Soweto. Se a bola desse uma voltinha por lá, poderia arejar a cabeça, levantar a abalada autoestima antes da Copa.
Não foi tão simples. Tivemos que pegar Jabulani pela mão e ainda apresentá-la para os jabulanenses.


"Não acredito. É a bola da Copa. Não pode ser a oficial, é de verdade mesmo?", perguntou o primeiro a tocá-la.


Mas logo veio quem a reconhecesse e a tratasse como um presente, a beijasse e a partilhasse, como se fosse uma taça que ninguém deixa cair.
Quem caiu para segundo plano e não gostou foi a namorada de um dos jogadores. Mas ele não ficará com a bola por muito tempo. Jabulani não resistirá às cantadas dos muitos concorrentes.
Para quem joga diante do lixo, é um luxo jogar com a bola oficial da Copa do Mundo de 2010. Em Soweto, na África do Sul, onde viveu Nelson Mandela, os campos de pelada são muito semelhantes aos das comunidades do Brasil, onde muitos jogadores da seleção brasileira pisaram quando eram crianças.
O jogo só podia ser uma pedreira em Jabulani. Brasil e Argentina na final do campeonato das escolas públicas de Soweto.


Com os afrobrasileiros demonstrando precisão no chute a gol e firmeza na defesa, sorte deles Dunga não estar por perto.
O segredo da vitória era conquistar Jabulani, que a essas alturas já estava se "sentindo", com tanta gente pegando no pé.


A estratégia do Brasil de Soweto foi fazer de Jabulani uma dama, tratar com carinho e cavalheirismo sem limites. Mas exageraram na dose. Fazendo Jabulani relembrar o lugar para onde os jogadores queriam mandá-la.


Sobrenatural é ter que compartilhar o escanteio com quem está catando lixo, ter que comemorar com a torcida da imaginação, fazer gol e estufar o mato. Jabulani ter o poder de desaparecer e ressurgir.
Sobrenatural é os argentinos darem chapéu, vencerem por 3 x 1 e desfilarem como campeões da Copa escolar. Faltaram até palavras para as hermanas sul-africanas “hablarem”.


Mas quem torcia pelo Brasil não perdeu o rebolado, porque sobraram boas notícia de Jabulani. O atacante Kalu disse que Jabulani vai ser boa para Luis Fabiano e também para Robinho e Kaká, porque a Jabulani é confortável, veloz, suave e leve.
Mais forte depois de ter sido pisada e recuperado a autoestima, Jabulani está pronta para carregar a Copa nas costas. Agora é esperar para saber qual seleção Jabulani vai convidar para a festa que leva o seu nome, que significa "celebração".

Fonte: Bom Dia Brasil

Logomarca oficial da Copa do Mundo de 2014

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Foi divulgada a nova logomarca oficial da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. O design, inspirado na taça nas cores verde, amarelo e vermelho, foi escolhido por um grupo de notáveis que incluiam o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o secretário-executivo da Fifa, Jérôme Valcke, o arquiteto Oscar Niemeyer, o escritor Paulo Coelho, a cantora Ivete Sangalo, a modelo Gisele Bündchen e o designer Hans Donner.



Copa de 2014


África do Sul depois do Apartheid

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 Um ótimo material para professores utilizarem em suas aulas nesse ritmo de Copa do Mundo.

Bro Bricks hoje caminha solitário. Não convive mais com os antigos companheiros da luta anti-Apartheid, que lutam agora só para ganhar dinheiro, queixa-se ele. Esqueceram de quem Bro Bricks sempre tomou conta, dos mais pobres.
Os projeto que ele toca, de reciclagem de lixo, é uma das poucas oportunidades de se ganhar dinheiro em Oragen Farme. É uma favela a 60 quilômetros de Joanesburgo.
Mais da metade dos adultos não tem emprego, crianças crescem no esgoto a céu aberto, mas, perto dali, a maior cidade do país mudou bastante.
Desde que o Apartheid acabou, Joanesburgo ganhou pelo menos mais um centro de negócios, ganhou novos bairros residenciais de alta renda, com novo tipo de moradores também. Gente como Biko, 32 anos, bem sucedido empresário no ramo da computação gráfica.
Para os padrões da desigualdade social da África do Sul e também do Brasil, Biko é um homem rico que vive protegido por muros em condomínios fechados. Igualzinhos aos brancos, apontados ainda com os donos da economia do país.
Uma parte do seu sucesso Beecko deve ao país, que são veteranos da luta anti-Apartheid, e que tem ótimos contatos políticos com o partido do poder, o Congresso Nacional Africano, antigo Movimento de Libertação.
Gente como o veterano lutador Bo Bricks não entende que a maior questão é criar oportunidades, principalmente pela educação. Maior economia da África, industrializada e sofisticada, a África do Sul criou depois do Apartheid um ambicioso programa de incentivo de criação de uma classe média.
Hoje, vê-se nos shoppings de ricos da cidade, negros que antes só entrariam ali como empregados e que agora são paparicados consumidores. Antes mesmo da Copa do Mundo, a África do Sul já dispunha de excelente infraestrutura viária na qual a nova classe média ajuda a engrossar os monumentais congestionamentos.
Em boa parte um 'boom' criado com subsídios do governo, como em Cosmo City. Uma fazenda abandonada pelo dono branco virou um paraíso da nova classe média. Com financiamento camarada do poder público, empresários oferecem casas a partir do equivalente a R$ 100 mil. É bem menos do que custa um carro de luxo.
Mas o resultados na formação de uma nova classe média são inferiores ao que se diz, afirma Anfreya Jeffrey, a pesquisadora chefe do principal instituto de pesquisa sociais na África do Sul.
As políticas afirmativas na prática não incentivaram o surgimento de um empresariado negro, diz ela, mas facilitaram a formação de um grupo que se beneficia das ligações com o partido do governo.
A raiz do dilema sul-africano chama-se, paradoxalmente, Nelson Mandela. O símbolo da reconciliação após o regime cruel do Apartheid acabou criando a expectativa de que também a justiça social viria com igual facilidade.
O primeiro presidente pós Mandela, Mbeki, era um político frio empenhado, antes de qualquer coisa, em manter a economia crescendo. Foi derrubado pelo atual presidente Zuma, protagonista de repetidos escândalos, incluindo de corrupção.
Apenas no mais recente, desta última semana, Zuma foi vítima: uma de suas quatro esposas o traiu com um guarda costas. Grave ofensa para quem, como Zuma, se considera antes de mais nada um guerreiro zulu, chefe de clã, e responsável por garantir prosperidade aos seus.
O atual governo pensa em redistribuição, mas não resolveu a questão do crescimento, única maneira de se solucionar o desemprego, diz a pesquisadora, Anfreya Jeffrey.
Alexandrar é um dos bairros pobres e fica bem no centro de Joanesburgo. Desde que o Apartheid acabou, em 1994, e lá se vão 16 anos, pouca coisa mudou. A não ser, talvez, o fato de que os mais pobres, entre os mais pobres, os estrangeiros, estão sendo expulsos
É o caso de Salim, eletricista moçambicano, que tem medo agora dos sul-africanos que o acusam de roubar seus empregos. "Temos medo".
Ao lado do barraco onde Salim se esconde, uma moradora repete uma queixa comum, de que nada mudou. Talvez não na velocidade e na profundidade desejadas, mas há sinais evidentes de mudanças positivas.
Na fila do restaurante de fast food a cena pode parecer comum para os brasileiros, mas era impensável há pouco tempo ainda para os sul-africanos: crianças negras e brancas juntas.
Mesmo nos lugares mais pobres, como a favela Orange Farm, há um notável sentido de improvisação. Como o jovem que sonha em ser DJ e montou seu próprio equipamento a partir de sucata de informática.
Bro Bricks, o nome dele é 'Irmão Tijolo' em português, tem razão quando diz que muito pouco foi feito. A Copa para ele é desperdício de dinheiro. Biko, seu nome é uma homenagem a uma vitima do Apartheid, acha que a questão central está resolvida.
A África do Sul é um país de muitas raças, etnias, culturas. Um arco íris, como os sul-africanos gostam de dizer, refletido na própria bandeira. Só que a maioria não viu o prometido pote de ouro.
Fonte G1